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Novidades sobre a versão final

Nicolau sempre correu pelo certo, mantendo a cabeça baixa em uma cidade onde o crime dita as regras. Mas quando seu irmão, Rogério, se envolve com uma facção sanguinária, a linha entre o certo e o errado desaparece.

Arrastado para o submundo que sempre tentou evitar, Nicolau se vê encurralado pelos erros do irmão. Nas ruas caóticas inspiradas em São Paulo, a lealdade custa caro, e para sobreviver, ele terá que fazer coisas que jamais imaginou.

UM ESTADO DE CONTRASTES

Bem-vindo a um mundo aberto vasto e pulsante, onde a desigualdade social desenha a paisagem. 171 não se limita ao concreto; ele respira através do contraste brutal entre a metrópole sufocante, a calmaria enganosa do interior e a brisa do litoral.

Da arquitetura moderna aos barracos de tijolo exposto; das rodovias expressas às estradas de terra batida. Explore um mapa que conecta três regiões distintas, cada uma com sua própria economia, cultura e perigos.

PAULISTÂNIA

O coração econômico e o centro do caos, Paulistânia é uma metrópole que nunca dorme, onde arranha-céus espelhados fazem sombra sobre comunidades densas e labirínticas. Nesta selva de pedra, a tensão de uma cidade grande é constante: o trânsito é intenso, as viaturas de polícia são onipresentes e a vida noturna pulsa em cada esquina. Executivos apressados dividem as calçadas com trabalhadores informais, enquanto o som incessante de buzinas e sirenes compõem a trilha sonora natural deste ambiente hostil.

O INTERIOR

Seguindo para o oeste, o asfalto cede lugar à poeira. Esta vasta região representa o coração produtivo do estado, cercado por fazendas, plantações a perder de vista e estradas rurais que escondem mais do que apenas colheitas. Aqui o ritmo desacelera, mas a lei é outra: picapes robustas e motos de trilha dominam as estradas de terra vermelha. O sotaque muda, as roupas se tornam mais simples e o horizonte se tinge de verde e marrom, mas não se engane com a calmaria aparente — o isolamento do campo é o esconderijo perfeito para operações que a capital não vê. 

SERRA DO MAR

A barreira natural que separa o planalto do litoral é um território de belezas e perigos. Cortando a densa Mata Atlântica, rodovias sinuosas serpenteiam entre cachoeiras escondidas e ferrovias abandonadas, cujos trilhos enferrujados foram engolidos pela vegetação. Mas o verde da floresta termina abruptamente no sopé da montanha, onde surge Cubatinho. Polo industrial que é um labirinto de chaminés, dutos e fábricas que cobrem o céu de cinza, criando um contraste brutal entre a pureza da natureza e a opressão de um cenário industrial pesado e implacável.

BAIXADA DOS ANJOS

Após descer a perigosa serra cercada por mata atlântica e cachoeiras, você chega ao litoral. A Baixada dos Anjos é onde o turismo encontra a realidade local, misturando o cheiro de mar com a movimentação das regiões portuárias e marinas repletas de lanchas. A vida aqui gira em torno da orla e da pesca, onde o clima é leve, marcado por chinelos, bermudas e óculos escuros. Contudo, o crime também tira férias à beira-mar, exigindo o domínio de veículos aquáticos e motos náuticas para explorar as ilhas e costas desta região traiçoeira.